Casamento
Pomerode
Maísa & Geazi
Alguns casamentos chamam a atenção pela grandiosidade.
Outros permanecem na memória por um motivo muito mais difícil de explicar.
Pela paz que transmitem.
Quando lembro do casamento da Maísa e do Geazi, não penso primeiro na decoração ou no cenário. Penso na sensação daquele fim de tarde. Tudo acontecia com calma. Sem pressa. Como se o tempo tivesse decidido acompanhar o ritmo deles.
Com cerca de trinta pessoas reunidas ao ar livre, em Pomerode, o casamento aconteceu exatamente da forma como eles sonharam: íntimo, leve e cheio de significado.
Quem conduziu a cerimônia foi a irmã da Maísa, a celebrante May Santos, que já carinha conhecida por aqui, e talvez esse tenha sido um dos detalhes que mais deram personalidade ao dia.
Existe algo muito bonito quando as palavras vêm de alguém que conhece a história do casal muito antes do pedido de casamento. Não existe roteiro capaz de substituir esse tipo de carinho.
Enquanto ela celebrava a união dos dois, o sol começava a baixar lentamente, envolvendo a cerimônia com uma luz que nenhuma decoração seria capaz de criar.
Depois da cerimônia, os convidados seguiram para um jantar tranquilo, onde conversas, abraços e momentos de gratidão aconteceram naturalmente.
Nós ficamos mais alguns minutos aproveitando os últimos momentos de luz para fazer algumas fotos só do casal. Sem cronogramas apertados. Sem precisar correr para o próximo compromisso.
Casamentos como esse nos lembram que uma celebração inesquecível não depende do número de convidados, da quantidade de flores ou do tamanho da festa... depende de construir um dia que faça sentido para quem vocês são.
O casamento da Maísa e do Geazi foi exatamente isso.
Um fim de tarde tranquilo.
Uma cerimônia conduzida por alguém da família.
Um jantar cercado pelas pessoas mais importantes da vida.
E fotografias que, muitos anos depois, ainda serão capazes de transmitir a mesma sensação de paz vivida naquele dia.
Abaixo estão algumas das imagens dessa história.
Espero que, ao percorrê-las, vocês sintam um pouco da calma que nós sentimos ao vivê-la.