Casamento
Brusque
Luana & Paulo
Existem casais que parecem diminuir o ritmo do mundo ao redor.
A Luana e o Paulo são assim.
Durante todo o casamento, havia uma tranquilidade difícil de explicar. Não era falta de emoção — pelo contrário. Era a serenidade de duas pessoas que já haviam construído uma história antes mesmo de chegarem ao altar.
Depois de tantos anos juntos, o casamento não representava o início de uma jornada.
Era a celebração de uma caminhada que já existia.
Um cenário à altura da história
A Catedral de Brusque foi o cenário escolhido para esse dia.
A arquitetura clássica, a imponência do espaço e a luz que atravessava o interior da igreja criavam uma atmosfera que combinava perfeitamente com a elegância da celebração.
A Luana estava deslumbrante.
O Paulo não conseguia esconder o sorriso.
E havia uma delicadeza na forma como os dois se olhavam que tornava tudo ainda mais bonito.
Não existiam grandes gestos.
Existiam pequenos detalhes.
E, quase sempre, são eles que permanecem na memória.
A felicidade mora nas coisas simples
Ao fotografar casamentos, aprendi que cada casal demonstra amor de um jeito diferente.
Há quem seja expansivo.
Há quem transforme cada abraço em uma declaração.
A Luana e o Paulo pertencem a outro grupo.
O carinho deles aparece nos gestos discretos.
Nas mãos que se procuram naturalmente.
Nos olhares.
Na leveza com que dividem o mesmo espaço.
São demonstrações silenciosas, mas impossíveis de passar despercebidas.
Um dia esperado por muitas pessoas
Como são da região, familiares e amigos acompanharam boa parte da trajetória dos dois.
O casamento tinha uma sensação muito bonita de reencontro.
As pessoas não estavam apenas felizes por aquele dia.
Estavam felizes porque sabiam o quanto aquele momento significava para a história da Luana e do Paulo.
Cada abraço parecia carregar um pouco dessa caminhada.
Cada sorriso celebrava algo que vinha sendo construído há muito tempo.
A igreja.
As famílias.
Os amigos.
A felicidade tranquila estampada no rosto dos noivos.
Quando olho para estas fotografias, penso que a elegância nunca esteve apenas no vestido ou na imponência da Catedral.
Ela estava na forma como a Luana e o Paulo viveram cada instante.
Com calma.
Com carinho.
E com a certeza de quem finalmente celebrava uma história que já fazia parte da vida dos dois muito antes daquele dia.
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