Elopement

Florianópolis

Elopement Praia Mole

Nem todo casamento acontece no dia em que o casal assina os papéis ou entra na igreja.

Algumas histórias escolhem viver esse momento duas vezes.

A Tati e o Mauro já haviam celebrado o casamento ao lado da família, em Maringá, cidade onde moram.

Mas existia um sonho que ainda não tinha sido realizado.

Casar na praia.

Só os dois.

Sem convidados.

Sem protocolos.

Apenas com o mar como testemunha.

Foi assim que eles vieram até Florianópolis para viver uma segunda cerimônia, dessa vez exatamente do jeito que imaginavam.



Um sonho construído pelos próprios noivos

Desde a nossa primeira conversa, ficou claro que aquele momento precisava ser simples.

Mas simples não significa sem significado.

Muito pelo contrário.

Eles mesmos prepararam o arco da cerimônia.

Montaram o buquê.

A Tati fez a própria produção.

Cada detalhe carregava um pouco das mãos e da história dos dois.



Antes que a cidade despertasse

Escolhemos o nascer do sol por vários motivos.

A praia ainda estava vazia.

A temperatura era agradável.

E a luz daquela primeira hora do dia criava um cenário impossível de reproduzir em qualquer outro momento.

Para que tudo acontecesse como planejado, a pontualidade era essencial.

E eles abraçaram cada orientação com entusiasmo.

Quando chegamos à praia, o silêncio ainda fazia parte da paisagem.

Pouco depois, vieram os votos.

Os abraços.

E a sensação de que aquele amanhecer havia sido reservado especialmente para eles.



Um novo começo dentro de outro

Poucos dias antes dessa viagem, a Tati e o Mauro receberam outra notícia que transformaria suas vidas.

Eles descobriram que seriam pais.

Sem que isso estivesse nos planos iniciais, aquele elopement também se tornou o primeiro registro de uma nova fase da família.

Entre uma fotografia e outra, já existia uma pequena barriguinha começando a aparecer.

Olhando hoje para essas imagens, gosto de pensar que elas contam duas histórias ao mesmo tempo.

A do casamento.

E a do início de uma nova vida.



Um casamento que não precisava seguir regras

Como a cerimônia tradicional já havia acontecido semanas antes, eles decidiram que aquele momento não precisaria repetir nenhum protocolo.

Não havia celebrante.

Nem formalidades.

Apenas a troca de votos que ainda faltava viver.

E talvez essa seja uma das maiores belezas de um elopement.

A liberdade de construir um casamento que faça sentido para quem está vivendo a história.

Cada casal encontra seu próprio caminho.

A Tati e o Mauro encontraram o deles naquele amanhecer.

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